WYA Europe starts a Chapter in Portugal; Meet the Chapter Leader Ines

WYA Europa cria uma representação em Portugal; Conheça a líder Ines

Alionne, Ines and Cristian – Vice-president, President and Secretary of the WYA Portugal Chapter

May 7, 2018, Lisbon – WYA Europe announced the opening of the new Chapter in Portugal, the fourth one this year, following the successful launch of the Chapters in Kosovo, Romania and Bosnia and Herzegovina.

In early February 2018, the group of WYA members lead by Ines Štoka – a former WYA Croatia member now living in Lisbon, discussed the possibility of opening the Chapter with the WYA Regional staff in Brussels.

“After we saw the enthusiasm and the determination in Ines and the other members, all other things happened very quickly. In a very short time, we managed to officially register WYA Portugal as a non-profit organization and design two project proposals for Erasmus+ Programme of the European Commission. We also made a very intense plan of activities for the following 6 months, which the Portuguese team is currently starting to execute. The future in Portugal looks promising”, said Hrvoje Vargić, WYA Europe Director of Partnerships.

On this occasion, we have talked to Ines Štoka – the President of the WYA Portugal Chapter and soon-to-be FEMM certified trainer.

 

Tell us a bit more about how your journey with WYA started?

Sometime in the mid-2014, my sister came home telling me about this organization World Youth Alliance. She was telling me about this Human Rights training (Certified Training Program) and opportunities for the International Internship Program. I was back in college, studying to be a Physical therapist, and I remember thinking: “Wow, this will look great on my CV”. Little did I know that I will become enmeshed in a movement far bigger than I ever expected, far bigger than me.

 

Why did you decide to start WYA in Portugal?

I became a member of WYA in 2015 and from my humble beginnings, I often wonder how I got here: Three years later, opening a Chapter. In a foreign country, in Portugal. During (the) past few months, I often took a step back and thought: “What did I get myself into?!”

I’ve been living in Portugal for almost a year now, and here they have this word for longing – saudade. What I long for the most, other than my family, of course, is a purpose. The fulfillment I had volunteering with my “community of friends” in WYA. The sense of accomplishment.

But still, after deciding to start WYA Portugal, I was faced with many doubts. Finally, the answer to my fears came: I was given many gifts and my journey wasn’t coincidental. When I think of it I remember something Joseph Pieper said; “the stepping-out into the open under an endless sky”.

Portugal is a country famous for surfing, and I would love to learn it. But, maybe, for now, I’ll just surf this wave.

 

Can you share with us some plans for the future?

Important things take time. Time and effort. And I feel ready for it. Now, I am eager to make a new network, make a new community. I want to see young people reading CTP, advocating for human rights, and discussing. I want to plan new projects with new friends. I want to focus on culture, technology, and health. I want to teach girls FEMM and see kids study HDC, here, in this new country I call home now, Portugal.

WYA Portugal is planning to start the first round of Certified Training Program in the Summer of 2018 and hopefully the implementations of the Human Dignity Curriculum, in the fall, in partnership with schools in Lisbon. The Chapter has contacts with FEMM trained doctors and nurses in Lisbon and FEMM activities are planned to start from June.

For more information, you can follow the WYA Portugal Facebook page.

 

7 de maio de 2018, Lisboa – WYA Europa anunciou a criação de uma representação em Portugal, sendo esta a quarta, este ano, na Europa, seguindo as aberturas bem-sucedidas em Kosovo, Roménia, Bósnia-Herzegovina.

Em fevereiro de 2018, o grupo de membros da WYA liderados por Ines Štoka – membro da representação da WYA Croácia, que vive agora em Lisboa, discutiram a possibilidade de ser aberto uma representação da WYA em Portugal, com a Direção regional da WYA, em Bruxelas.

“Depois de termos visto o entusiasmo e a determinação da Ines e dos outros membros, tudo o resto se sucedeu muito rapidamente, “num piscar de olhos”. Num curto período de tempo, registramos a WYA Portugal como associação sem fins lucrativos e criamos dois projetos para o Programa Erasmus+ da comissão Europeia. Também fizemos planos extensos de atividades para os próximos 6 meses, cujo os membros da começaram a executar. O futuro da WYA Portugal parece promissor”, disse Hrvoje Vargić, Diretor de Parcerias da WYA Europa.

Nesta ocasião, falamos com Ines Štoka – Presidente da WYA Portugal e futura Formadora certificada da FEMM.

 

Conte-nos um pouco mais como começou sua jornada com a WYA?

 Em meados de 2014, minha irmã chegou em casa e contou-me sobre a associação World Youth Alliance. Falou-me do treinamento em Direitos Humanos (Programa de Treinamento Certificado – PTC) e oportunidades para o Programa Internacional de Estágios. Eu estava de volta à faculdade, a estudar fisioterapia, e me lembro de pensar: “Uau, isso vai ficar ótimo no meu currículo”. Mal sabia eu que estava a enveredar num movimento muito maior do que eu esperava, muito maior do que eu.

 

Por que decidiu começar a WYA em Portugal?

Tornei-me membro da WYA em 2015 e, a partir do meu humilde começo, muitas vezes me pergunto como cheguei aqui. Três anos depois, abrir um capítulo, num país estrangeiro. Durante os últimos meses, muitas vezes dei um passo atrás e pensei: “Em que é que eu me meti?”

Moro em Portugal há quase um ano e aqui eles têm essa palavra – saudade. O que mais desejo, a não ser minha família, é um propósito. A satisfação pessoal que eu tinha a servir como voluntária com a minha “comunidade de amigos” na WYA. A realização pessoal.

Mas ainda assim, depois de decidir começar a WYA Portugal, fui confrontado com muitas dúvidas. Finalmente, a resposta aos meus medos veio: recebi muitos presentes e minha jornada não foi uma coincidência. Quando penso nisso, lembro-me de algo que Joseph Pieper disse; “sair ao ar livre debaixo do céu infinito”.

Portugal é um país famoso pelo surf, e eu adoraria aprender. Mas talvez, por enquanto, eu apenas surfe essa onda.

 

Pode compartilhar connosco alguns planos para o futuro?

Coisas importantes levam tempo. Tempo e esforço. E eu sinto me pronta para isso. Agora, estou ansiosa para fazer uma nova rede, criar uma nova comunidade. Eu quero ver os jovens a ler PTC (Programa de Treinamento Certificado), defendendo os direitos humanos, a debater. Eu quero planear novos projetos com novos amigos. Eu quero-me concentrar na cultura, tecnologia e saúde. Eu quero ensinar as raparigas sobre FEMM e ver crianças a estudar CDH (Currículo de Dignidade Humana), aqui, neste novo país que eu chamo de lar agora, Portugal.

 

 

A WYA Portugal está a planear iniciar o primeiro círculo da PTC no verão de 2018 e esperançosamente as implementações da CDH, no outono, em parceria com as escolas de Lisboa. Eles têm contatos com médicos e enfermeiros formados pela FEMM em Lisboa e planejam iniciar as atividades da FEMM a partir de junho.

Para mais informações, pode seguir a página da WYA Portugal no Facebook.